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Minha Doce Insanidade Lady de todas as noites e pensamentos Ouça-me como sempre Fielmente em nossas trocas de silenciosas palavras... Secretas palavras... Agucei-me à seus sussuros Minha querida insanidade... Sólida em mim Perfeitamente complementar Como meu próprio sangue Seu louco abraço aquece-me e conforta-me de maneira inigualável Decaíremos unidas Como a cruz profanada Na vã salvação em minhas mãos Ilusões de momentos perdidos O toque atrai-me a seu veneno... Reflete meus atos e olhares Pronunciando vossa suave presença... Suave... Doce insanidade...
21/09/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
03h36
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Lapidando o vácuo das ilusões Desmemoriadas ilusões... Mórbidas da desimportancia obediente... Jogo-me a um mar sem fundo E tudo apaga-se lentamente... Desintegro-me em sonhos imcompletáveis... Esperanças pró-rompidas correnteiam-me em choques... Tremem... Somem...enfartam-me Fartam-me as lástimas Odiosa função ainda respirar! Prantea-me essa dor...desejada a arrancar-me da vida...
14/09/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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03h35
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Devìus
Leve-me minha criança Vague em minha osbcuridade E arranque-me a dor Ensina-me a voar A plenar em seus horizontes Devaniar para longe de meus medos Sucumbir novamente em meus sonhos inocentes Lacrimar Aliviar Sorrir Caminhar Distante... Apagar
03/09/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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03h34
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Sele logo esta agonia Até onde poderá suportar... Sei que consegues sentir... Você transpira isso Isso aumenta mais minha dor Porém profetiza minha resistência Sabes que não vou me render A não ser que você cesse tudo Inexistir...não! Simples demais para mim Viver?...complexo demais... Também concordas que parei no tempo? Tens razão Alías acrescento, Voltei ao tempo e tranquei a grande e detalhada porta A chave está em meu bolso E afunda comigo em meu mundo infantil Como se fosse algo melhor ao que meu corpo "vive" Blasfêmias... Já não sinto o pulsar em meu peito Minha mente? Sonha com a loucura... Sonhos Desejos Reais Surreais Medos e lembranças Truths and Lies
22/08/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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03h32
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Encare o que minha face revela Teus olhos desesperados apreciando a cada detalhe Afirmando vossa tolice... Sei... Não posso vê-lo... Mal posso .... Mal tenho vontade de expressar-me... Mover-me a ti... Mas continuo aqui Devaniando pensamentos... Barbarizando lamentos... Satirando de vossa tolice Tolice? Sim!...ainda se prende aqui, a um corpo... Belo corpo que roubou vossa profana admiração Vã admiração! Não há valor algum de minha parte Encare como quizer... Permanecerei aqui... Deitada ao leito que escolhi Agonizando a dor a qual me rendi Sorrindo por tolices Permitindo entrada eterna a escuridão Apagando aos poucos minha essência...
13/08/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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03h31
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Será que aprendi a derramar lágrimas cedo demais? Ou tú que tão logo aprendeu a encravar lâminas em corações? Sim...entreguei-me a ti E quando vos fiz não foi por si só ao ato Entreguei-lhe junto a minha única fraqueza... O punhal mais afiado que faria o estrago perfeito de minha derrota Contei-lhe o meu segredo... Confie-lhe minha alma... E assim despede-se de minhas mãos Queres saber? Não carrego arrependimentos... Ceguei-me diante de ti Para não mais enxergar falhas e defeitos Que para mim acrescentavam a suas qualidades tornando-o ideal Atuei para apenas sentir... Em vossos braços permanecer e seguir Em meu espiríto vos amei plenamente... Libertei-me de meus medos diante de ti Abri meu peito a sua estaca... Sangro sim até o exato momento... Mas é nesse rastro do passado que tu permaneces...
26/07/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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03h29
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Jovem donzela... Agora vossa vida se inicia... Não! Enxerguem-te! A flor que dizeres começar a florecer Já encontra-se em cinzas de negras rosas... O jardim que já abrigou linda fauna e flora ... Hoje degradamente apaga-se... Enquanto afirmo... Já não respiro vosso ar... Nada me basta ... Nem a lembrança recorda-se mais Da face pálida e os fios de lágrimas... Sim! Parti... Adeus!
26/07/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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03h28
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De que adianta viver Se a sua vida me assassina? De que adianta morrer Se a sua morte ainda me condenará...? De que adianta o vento acalmar Se criastes vossas próprias tempestades? De que adianta ao tempo esperar Se carrego a imortalidade comigo? De que adianta aquecer-me ao sol Se o abraço que vos passo gela minha alma? De que adianta sussurrar palavras Se vossos gritos me calam? Penosa tarefa coexistir em vossa existência... Permanecer de olhos fechados ao breu de sua meia noite... Se nem meus sentidos compreendem se conduzo ou sou conduzida...
22/07/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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03h26
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Aspirações a Morte
Consegues sorrir agora? O que vos encanta nem ao menos consola-me Porque ainda permaneço? É excitante caminhar ao vosso lado... Segurar vossas mãos... Inalar vossa fragância... Sinto-me êxtaseada... ... Como explicar? Como entender o desejo ao qual me mantem em êxtase? O que me mantém ainda é estar em pé...a caminhar... A dançar a vossa dança... Ansiando me entregar...desafiando o desejar... Surpreendendo vossa certeza...fazendo-lhe duvidar Lady, ainda consegues sorrir? Não sejas pretenciosa... Vos contar meus pensamentos não significam nada... Mas amo vossa companhia... ... Ou acostumei-me a ela... Não desiste, não és? Não é por menos, sabes que não quero soltar-lhe as mãos... Vosso caminhar me fascina... Mesmo sombria ainda é agradável vossa presença... Ainda consegues sorrir...e eu tenho que decidir-me, não é mesmo? É só o que espera...é só o que revela esse sorriso frio Adoraria prolongar essa sensação Eternizar todas essas noites... Mais do que já o faço... Prossiga...talvez em algum momento irá me bastar.... Talvez...
15/07/2005
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_†» Carol Sinyë «†_
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03h24
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Rezo para ter forças Para a escuridão não me invadir Para que a noite seja somente parte do meu dia Do meu fim de dia... Para que meus desejos e sonhos... E aquela pequena luz que ainda vejo no horizonte não se apaguem... Rezo por mais um dia feliz...onde possa sorrir ao vê-lo sorrir Para que minhas dores não sejam maiores que o universo Rezo para me controlar... Não me deixar permear no nevasto das sombras Peço por vida, luz e esperança... Aos prantos peço...de mãos atadas,cortadas sentindo a navalha dentro de mim.. Peço para acreditar porque ainda rezo... Desejo a fé que não compreendo... Rezo para que onde o céu escurece E traz a noite das matas... Que os morcegos que ali sobrevoam sejam apenas mera paisagem... E que o grilo verde-esperança que canta e pousa em mim diante a fogueira Não esteja só de passagem...
04/07/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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03h21
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Encontrar a vida onde os escombros de morte reinam... Onde as flores secas derramam lágrimas e as ruínas sussurram... Em negro jardim...onde os altos muros impedem a luz... É onde minha face pálida se encanta... Em cantos secretos... Onde o silêncio me compreende...e a morte não tem algo melhor a fazer a não ser sorrir...
24/06/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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03h19
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Onde estás credibilidade?... Sim...vos sinto... Mas como posso a ti pertencer...? como...? A meus ouvidos chegam borrafos de histórias...de vidas a tão distantes eras... A meus olhos...imagens ofuscadas aos sentimentos ... Emotivas à ações irreversíveis... A minha pele toca...mas não identifica... E o sabor da vida já não é mais o mesmo... Algo falho....ao falho maior aparar... Se tardar não vos convém... A qual caminho correr para tal chegar...? Deixe-me ouvir...deixe-me sentir...deixe-me enxergar... Cale-me se puder... O Silêncio é a resposta de minha alma, mas não de minha consciência...
21/06/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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03h17
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Brisa dolente das noite de luar Estende-se a fio para provar que não é apenas passageira Que seu desejo realmente penumbra seus sonhos Mesmo os mais profanos e profundos Que não só basta sentir repentinamente... Levarás a sentir que no poço de desespero onde afoga sua alma Ainda anseia o desejo de despertar Basta permitir que a leve... Leve....e leve...livre...
15/06/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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03h15
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Observando da morte a vida Ainda sinto o bater do vento em minha face Que não transparece mais em olhar a dor de um coração ferido Os retalhos de uma alma... Quebrados por um passado que ainda conturba o presente Calados por um vulnerado silêncio... Desperdício do vento abrir suas asas a meu rosto... Queres a esperança que já abandonou-me a tempos Penalizados encontram-se os sorrisos de minha mente Pois retorno? não há... Apenas assombros de seus ruídos...
02/06/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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02h58
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Em Busca do Mundo apagado pelas minhas sombras Mariposas voam sobre as folhas de outono Avisam ao tempo que o bater de suas asas estam no fim Fim da Era encantanda ...do orvalho das verdes folhas... Agora secas e derramadas... Que talvez em horas erradas Delicadamente levitaram com a brisa... Enganaram aliviar a dor sofrida Soterrando vestígens pálidas de muitas vidas...
30/05/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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02h55
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Desejos que me invadem em horas perpétuas Não meras recordações confusas... Atitudes inlúcidas que os átimos desejam recordar Odiosos cortes manchando a seda da alma Toques trêmulos ousando antigas carícias Marcas do sigiloso tempo Como se agora pudessem rastrear a dor Fazer desejar junto a espinhos Atiçam proibidas danças Guardam poderosas lembranças Respiram ardilosas fragâncias Palavras não intensificariam o minucioso momento Inépto a encerrar o olhar fixo na negra neblina Soprando em gemidos...."Eu quero!"
20/05/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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02h41
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Almas pesadas que lamentam aos cantos Torturas de amor e desencantos Silhuetas douradas invejando a prata Faíscas palídas ainda insistem em brilhar E os pontos fixos acostumaram-se a falhar Pálpebras sonolentas ilusionam meu caminho Penas brancas calam a agonia de meus atordoados passos Que anseiam chegar, aliviar dor e cansaço Ao menos que se refrescassem ...ou surrupiacem Levando-a à ventos ao longe... Para longe das falas ... Onde o silêncio se esconde... Onde plena é da onde, O nada...o tudo Que o olhar a castidade observa... E a tudo e a nada se entrega
13/05/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
02h36
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Ébria gostaria de encontrar-se minha alma Afogada em borbulantes sonhos perdidos Desolada a vida concebida... A melodias que revelam a fástia respiração... O ego decadente... A tudo surpotarei Fácil seria aos encantos da morte me entregar Não! não darei a ela esse gostar....esse sorrir macábro a lhe saciar Talvez não cicatrizem as feridas...mas irei de aguentar Prefiro carregar o ardo fardo da dor a fracassar tão logo minha rasgada alma descansará E se for esse lamento prospecto a me fatalizar nessa era Aceito... Concluirei em meus silêncios sombrios... Em desencantos sortidos...em luzes negras no olhar...
13/04/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
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02h27
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Não se explique... Simplesmente sinta ! Sinfonias violinadas a recordar um passado presente Em cada olhar seu que se esconde dos demais Que se oculta profundamente em sua alma... Que somente ele pode enxergar e sentir ao modo ao qual se viveu... Há palavras esfumaçadas no espelho O único a refletir esse olhar O mistério... Capaz de lhe mostrar sua verdade Que lhe faz ouvir.... Tão quão enlouquecer, sorrir, seduzir... Talvez isso explique o desejo que desperta sua presença As palavras talvez não definam bem o que se esconde mas esfumaçam o que se queimou por chegar em seu caminho O sorriso talvez seja um disfarce... O silêncio a mais adequada fala... E a sedução sua melhor arma...
04/04/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
02h24
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Frases ocultas que percorrem a colina junto ao vento Espalham sentidos... Florecem aromas de doces perfumes Despertam meus sonhos Abismam olhares.... Sufocam meus males! Em busca do auge do Templo Secreto Tão quão sussurram amores... contam horrores Derramam na chuva minhas profanas dores Silenciam segredos que jamais poderiam decifrar Exibem meus medos a quem quizer observar Recolhem a poeira de tempos marcados Frente a minha face pausam à um último olhar E ao quebrar da singela onda Se afudam ao negro mar....
17/03/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
02h11
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As Trevas crescem mais fortes Plantam raízes por onde rastejam Luzem àqueles que sobrevivem ao fiásco crepúscular Que ainda acreditam em suaves desejos Em noites tranqüilas... Meras irrealidades! Venhas! Acolha-se ao rubro das sombras A Noite Escura revelará ocultos Temer não valerá a pena Tão pouco destemer valerá... Escuta-te...siga em frente... Afinal...o passado? Já não mais voltará...
09/03/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
02h05
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Doces palavras que não encontro mais em mim Mórbidas alegrias que logo se vão Estar em um mundo de fantasias seria mais fácil e dócil a qualquer um Mas encarar a realidade e o surreal ao mesmo tempo, pertuba minhas noites ao breu O silêncio caminha comigo melhor refúgio que pude encontrar Não sei por quanto tempo suportarei as lástimas O perfume frio da solidão
02/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
02h02
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Caminhe Por entre as pedras e espinhos não irá doer O que é a dor? Gostaria de provar? És outra escolha a tomar Agora os caminhos se perdem Espalham-se como cintilantes porpurinas derramadas ao vento Consegues ver algum que lhe sirva? Pois bem! Vá em frente! O medo não impedirá suas decisões Não o sinta! Deixe-o te observar...
02/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
02h00
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Olhe nos meus olhos Veja ocultamente o que eles sentem Sinta o que eles querem lhe dizer São palavras? São gestos? Sentimentos perdidos? Não! São mágoas guardadas... São rios de sangue transbordando lágrimas Paredes para me apoiar? Não encontro nenhuma Nem ao menos cinzas daquela a quem procuro...
02/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
01h57
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Ocultos desejos
Doces borboletas Asas de setin Sutilmente tocam meu coração Sentimentos difundidos em minha mente Que me levam a outro lugar
Olhar, observar, sentir esse clima Esse ar romanticamente envolvente Góticamente inexplicável O abraço de um anjo... As lágrimas de um elfo Os encantos de uma bruxa O místicismo de um mago A mordida de um vampiro... Dançam em minha memória perdida Inconscientimente distantes Refletem à volta por meus sonhos Sonhos que me revelam a esses ocultos desejos realizar Manifestam-se assim, secretamente, como a vontade de minha alma
02/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
01h55
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Silenciar o grito Que as nuvens levam ao horizonte Deslizam, esvairecem daqui de dentro Essa dor que cala o chamado Que despresa o socorro Dos pólens coloridos que o vento carrega para as montanhas Que dançam em minha volta Como fadas envolvendo-me inútilmente em seus encantos Pois minha alma encontra-se ao longe sombrio Mesmo admirando a exuberante paisagem que de lá se vê Nada desperta-me desse afago para os mortos Ainda quero suspirar com as rosas ensangüentadas Basta silenciar o grito...
15/02/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
01h52
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Eu respiro o perfume do lírio do campo Que já não sustenta mais de angúnstia Sangram as lágrimas que caem... suspira à saudade que varre as lembranças.. Quero cair....quero me jogar ao longe onde nada mais me acolherá Quero derramar sozinha minhas lágrimas Como o lírio, quero me isolar... mesmo que eu sangre até a sublime morte... Quero deitar sob a terra e observar a beleza de estar vulnerável e sozinha Ser absorvida para seu interior Ser parte da sua essência É tudo que quero e penso em sentir Em meus mais profundos momentos de desespero de quando minha alma exala a essencia da morte Ao mesmo implícita o desejo de estar permeando a beleza vivida aos antepassados Um desejo que arde...que anseia a interromper esse sentimento Mas que não tem forças para lutar à isso... A esperança que resta não basta... Liga-se a mim por apenas um trêmulo fio Que a qualquer momento, assim como minha vida, poderá se romper
15/02/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
17h13
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Caminho lado as penumbras da noite... e mesmo sabendo que a ela não irei pertencer.. Sustento o desejo de deitar-me ao seu leito Olhos caídos encontram pedras negras a envolver rosas brancas Queimam-se ao serem tocadas Sangram ao serem mortas Murcham ao serem lembradas Renascem em suas próprias cinzas E mesmo que as pedras as condenem Seu refúgio será sempre a luz nas sombras Seu sonho será sempre a liberdade Sua música será sempre a brisa Seu perfume será sempre a esperança
17/01/2005
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
16h53
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Olhar você É como imaginar lágrimas... Como se quisessem cair E molhar minha face Mas ainda não. Ainda resistem Porque há a mim E há esperança... Sinta dentro de si O sussurro que vem trazê-la E a força que ainda diz... resista...resista...és capaz Não se deve reviver a dor sofrida Dó não és o que mereces Então, resistas Atrás das negras fumaças Existe o que menos se espera...
19/12/2004
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
15h43
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Raios penetrando blumas de sombras negras Disolvendo a obscuridade que a tanto é guardada em seus olhos Águas levantam-se Luminosa és Vestes em branco reluzente aos seus desencantos Desonras derramadas a sua volta ainda o culpam Mas basta-se olhar a sutileza que ainda vive em seus olhos Enxerga-te sua grandeza? Pois bem...deixe-a permear como os raios que o aquecem Não exite em sentir o toque envolvente O perfume que lhe chama Mereces sim.....não negues Apenas sinta...
06/12/2004
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
15h37
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Nebulosa noite Que esconde os faróis da verdade A qual procuro a tantas sombras Que impedem-me de visualizar minha alma Escondida nas profundezas a qual me recolhi Para parar de quebrar os cristais Estilhaçados, cortaram meu coração Tenebrosa sou agora Negra luz para proteger-me das esperanças que me atingiram Não cairei mais Erguida das trevas sobreviverei A cada grito A cada sussurro de angústia A cada perdão murmurado em sua cama A cada lágrima derramada ao leito do mar A cada luz que se apaga a perda de um amor A cada esperança que aqui se apagou
22/11/2004
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
12h41
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A Luz em meu caminho Abrace-me e acolha-me Pq é tudo que eu preciso Sentir o seu amor Que me envolve Que iluminou meu olhar novamente Acreditar que ao seu lado sinto-me completa É tudo que tenho pensado ultimamente Você virou um sentimento que me permeia e corre em minhas veias A minha esperança Minha alma A Estrela onde realizarei meus sonhos A Estrela, a qual, de olhos fechados, seguirei sem medo Guiada por seu amor Sua essencia Por toda a eternidade
19/09/2004
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
12h39
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Desejo Sentir-me Feliz Completamente recuperada Resurgida do ponto em que Caí Fora do buraco em que me afundei Finalmente satisfeita Até respirar o ar que me completa Renascida das Cinzas E mais forte do que nunca Mais sábia...experiente....livre Leve como uma pluma Como se pudesse deslizar sob o vento Sentindo o perfume das flores silvestres Apreciando a beleza de sentir-me viva Pronta para meu futuro e para seguir em frente Orgulhosa de minha justiça, De superar-me e surpreender-me mais uma vez com minha força Encontrar o valor que deixei perdido O amor que guardei ferido Poder curá-lo Sintí-lo paltitante a esse anseio ao desejo de recuperar forças Pronto a fazer o que mais sabe Mais intensamente Mais puro e cristalino Permeamente translúcido e radiante Assim completando e unindo-se a minha alma... Até inundar seu coração
13/09/2004
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
12h33
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Diferentes? Sim, somos. Estranhos? Até que não, normais. Malvados? Somente quando é preciso. Bons? Apenas quando merecido. Por tanto tempo nos escondendo de nós mesmos... Está na hora de libertarmos quem somos, deixar o ser interior atuar um pouco. Mas se não somos perigosos, por que tememos a fúria do mundo contra nós? Primeiro porque, tudo que o homem não pode explicar ele é contra, foi assim com os nossos ancestrais, perante a Igreja, e talvez não seja diferente agora. Segundo porque não somos todos iguais, pagamos por atos errados, mas muitos de nós não tem medo dos erros, e não faz nada para evitá-los, muito pelo contrário. Quem sabe um dia possamos ser tratados com igualdade, mas sempre lembrando que não existe o bem sem o mal, e de que serviria o mal se não houvesse bem que o curasse ?!
..::|| Arcans ||::..
30/08/2004
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
11h58
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Me perco por onde vou Sinto um desejo de encontrar na noite Um último mistério Decifrar, surpreender-me... Sentir a essência...o elixir da magia Sei que algo encantador me espera Sei que esta lá Quero me perder até encontrar Eu vou encontrar ! Mesmo que sinta medo Mesmo que eu corra perigo Sei que tudo valerá a pena Porque não?! Sempre entro por minha mente Um lugar que já conheço Sinto-me bem....me completa... Mas quero mais! Por que é tão maravilhoso, Místico! E a noite sombria não traz medo Traz encontros...
01/08/2004
..::||† Psychotic Darling †||::..
_†» Carol Sinyë «†_
às
11h56
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"Amor é um funeral de corações E uma ode a crueldade Quando os anjos choram sangue Sobre o nascimento das flores malditas"
The Funeral of Hearts - HIM
\0/
28/09/05
_†» Carol Sinyë «†_
às
05h41
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